Olá pessoal. Primeiramente quero me desculpar pelos últimos dias que não postei nenhuma matéria.. ultimamente tem ficado tudo muito corrido, ainda mais agora que as aulas voltaram com todo o gás.
Hoje, navegando pelo terra.com.br encontrei essa matéria que me deixou abismada! Um bebê na China nasceu com o sangue ROSA!
Eu amo rosa, mas não gostaria de ter o sangue nessa cor. Porque? Vejamos..
O nome da doença do bebê é hiperlipidemia que consiste em concentrações elevadas de gorduras (colesterol e/ou triglicerídeos) no sangue. As concentrações de lipoproteínas, sobretudo do HDL-colesterol, aumentam com a idade. As concentrações são normalmente mais altas nos homens que nas mulheres, mas começam a aumentar nas mulheres após a menopausa. Outros factores que contribuem para as concentrações elevadas de determinados lipídeos (p.ex., VLDL e LDL) incluem a história familiar de hiperlipidemia, a obesidade, a dieta rica em gorduras, a falta de exercício, o consumo moderado a intenso de bebidas alcoólicas, o tabagismo, o diabetes mal controlado e a hipo actividade da tiróide.
Mas o problema está ai, essa doença é causada em adultos e não em recém nascidos. Isso me lembra do texto que escrevi sobre a adolescência e de como as crianças de hoje em dia são precoces. Isso nos mostra que não é só psciologicamente mas também genéticamente.
Assustador, não acham?
Estes problemas se dão por questões genéticas, má alimentação e sedentarismo. As crianças de hoje têm diferentes hábitos de vida. Elas quase não brincam nas ruas e passam longas horas nos computadores. Comidas gordurosas, como as frituras, ocupam mais espaço no cardápio do que verduras e frutas. Estes hábitos, somados a fatores de risco, influenciam na proliferação de doenças cardiovasculares. Elas geralmente têm início na infância, mas costumam se manifestar depois dos 40 anos", explica Hermes Xavier, cardiologista coordenador da Campanha do Colesterol.
Uma pesquisa realizada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) com 1.937 crianças e adolescentes entre 2 e 19 anos mostrou que 44% dos entrevistados tinham níveis alterados de colesterol. Por isso, eles são mais propensos a ter problemas cardiovasculares. Além disso, poderão se tornar adultos obesos e com sérios problemas de saúde, caso não passem por tratamentos.
Esses fatos devem servir para nos alertar para mudarmos e também para futuramente mudarmos essa realidade na vida de nossos filhos, mas quem irá conseguir ir contra o fluxo?
Fica então.. a pergunta, seremos diferentes daqui pra frente? ...
Fontes: Terra ; Cyberdiet ; Shvoong
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