" Vote no Tiririca, pior do que tá, não fica." Essa é uma das frases e slogans de candidatos das Eleições de 2010. Neste ano iremos eleger deputados federais, estaduais, senadores, governadores e o presidente de república. São muitos cargos, todos muito importantes no cenário político e econômico do Brasil e cabe a nós (o povo) escolher e entregar esses lugares de honra a quem realmente pode lutar por todos.
Mas como chegamos a isso? A liberdade de escolha e o direito do voto sempre estiveram presentes na realidade do povo brasileiro? Todas essas perguntas podem ser respondidas pela história do voto no Brasil.
As eleições aconteçem neste território desde o século XVI, quando o Brasil era uma colônia e os moradores das vilas elegiam informalmente seus representantes com voto aberto. Já no Império (séc. IXX) só votavam homens livres com renda própria acima de 25 anos, mas era preciso ter uma renda elevada para ter o direito do voto e ficavam excluídos todos os assalariados, soldados, mulheres, escravoos e índios.
Conforme os anos foram passando, as mulheres conseguiram o direito pelo voto na Revolução dos 30, juntamente com o voto secreto e a obrigatoriedade da população a votar acima dos 18 anos, mas regredimos durante a Ditadura Militar pois foram suspensas as eleições diretas para presidentes, governadores e prefeitos de capitais, depois conseguimos voltar de onde paramos a partir de 1970 e desde então foram conquistados o direito de voto aos analfabetos, direito de voto aos 16 anos, chegando no século XXI onde as eleições já são informatizadas.
Diante desta luta e de altos e baixos na democracia, hoje podemos votar nos candidatos que nos identificamos secretamente sem o risco de fraudes com as urnas eletrônicas, além de qualquer pessoa ter o direito de se candidatar a um cargo político. Portanto nesse ano, devemos analisar cuidadosamente cada candidato, pois a partir do próximo ano os eleitos nos representarão nacional e internacionalmente sendo eles competentes ou não. Por isso faça uso do seu direito com plena consciência para depois não sentir vergonha de sua pátria e sim declarar com todo orgulho: "Oh Pátria amada, idolatrada, salve, salve!".
Dica de vídeo > Felipe Neto - Não faz sentido - Políticos
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